269/2023 - amor ou amores?

Image
269-2023 - Amor ou amores?
269/2023 - amor ou amores?
dia do ano
269
amor ou amores?
mensagem

Existem muitas emoções que as pessoas julgam ser amor, mas não são.
O verdadeiro amor nada mais é que o desejo inevitável de ajudar o outro a ser quem realmente é.
+269-096
muita paz

reflexão

Sempre fico reticente sobre a definição da palavra amor. Talvez seja um conceito muito amplo...

Penso que esta palavra tem sido empregada em diversos contextos designando emoções, sentimentos, formas de agir e utopias. 

Há ainda o contexto relacional em que o amor é reconhecido. Percebo que falar de amor materno, de amor paterno, de amor fraterno, de amor conjugal, de amor ao inimigo, de amor-próprio, entre outras tantas modalidades, é abordar condutas, emoções, sentimentos, falas e silêncios bastante distintos entre si e, em alguns casos, mutuamente excludentes!

Não conseguimos considerar estima e profundo respeito quando abordamos o amor ao inimigo, embora pareçam ser requisitos essenciais para o fraterno, por exemplo.

Há ainda escalas de importância distintas quando falamos de amores. O amor-próprio, por exemplo, parece perder importância diante do amor materno.

Talvez por isso eu prefira falar de amar, do amor aplicado em relação. 

Eu também caminho com muita cautela para definir verdade, embora eu viva com intensidade minhas próprias verdades, reconheço que existem outras verdades, que atendem a outras pessoas...

Neste sentido, recordo da definição de amor enunciada por Jesus. Uma verdade para ele que foi abraçada por muitos, não necessariamente cristãos.

No contexto de verdadeiro amor enunciado por Jesus vemos o amor ao próximo em segundo plano, definindo-se na mesma proporção que o amor a si. Há inclusive uma síntese para os ensinamentos religiosos judaicos proposta por Jesus como resumo máximo e diretriz comportamental/religiosa para acessar a plena felicidade. 

"Amar a Deus sobre todas as coisas" e, como caminho equivalente, "amar ao próximo como a si"

Pelo enunciado, percebemos que o amor pleno que nos leva à felicidade reside no amor aplicado a si como medida para o amor aplicado ao próximo. 

O "desejo inevitável de ajudar o outro a ser quem é" talvez precise se basear no desejo inevitável de nos esforçarmos para sermos quem realmente somos; isto abriria possibilidades relacionais interessantes...

Por tudo isso, penso que amar também pode ser o amor aplicado por meio de emoções. Talvez o mais importante seja saber se somos autorais e sinceros em nossas expressões de amor!

reflexão

Sempre fico reticente sobre a definição da palavra amor. Talvez seja um conceito muito amplo...

Penso que esta palavra tem sido empregada em diversos contextos designando emoções, sentimentos, formas de agir e utopias. 

Há ainda o contexto relacional em que o amor é reconhecido. Percebo que falar de amor materno, de amor paterno, de amor fraterno, de amor conjugal, de amor ao inimigo, de amor-próprio, entre outras tantas modalidades, é abordar condutas, emoções, sentimentos, falas e silêncios bastante distintos entre si e, em alguns casos, mutuamente excludentes!

Mais Reflexões

Como podemos transformar o medo e a resistência em coragem e ação para realizar nossos sonhos?
O que você faz quando está sem esperança? Talvez haja um caminho para reacender esta chama em sua vida.
Como é seu amor? Como sua razão opera? Há limites de campo de atuação para um ou outro?
Talvez tudo o que precisemos para ter uma vida com mais felicidade seja o reposicionamento de nossos olhares para a vida. Como você tem visto sua vida?
Por que precisamos de tantos dias para conscientizar sobre o que não é visto? Será que temos ideia do que estamos vendo realmente?
Você já se deu conta de que talvez todas as nossas ações sejam reações a eventos que as precederam? Diante disso, como reagir com eficiência?
Em que campo escolhemos viver? Conhecimento ou sentimento? Será possível existir exclusivamente em um deles?
A maturidade traz a paz? De que depende o estabelecimento do bem-estar relacional?
Idealizar e normatizar são comportamentos humanos naturais. Mas estas normatizações serão sempre positivas para nossa saúde e bem-estar?