Senticonhecimento: uma história integrada de humanidade

Inquietação
Em que campo escolhemos viver? Conhecimento ou sentimento? Será possível existir exclusivamente em um deles?
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Acordei Inspirado 066/2024 - Senticonhecimento: uma história integrada de humanidade
Senticonhecimento: uma história integrada de humanidade
dia do ano
66
Senticonhecimento: uma história integrada de humanidade
mensagem

Dois elementos na àrea da afetividade que não podem ser desconsiderados:
O conhecimento e o sentimento.
O conhecimento amplia os horizontes, mas o sentimento vivencia-os.
O conhecimento liberta, porém o sentimento dá calor e vida.
+066-300
muita paz

reflexão

Esta combinação é muito poderosa!

O sentimento sem conhecimento é expressão limitada que não favorece voos relacionais amplos. Nossas expressões sentimentais sem conhecimento, limitadas ao campo do conhecido, não considera o que é diverso.

Cidades vizinhas, outros países, culturas distintas... Todos inacessíveis diante do conhecimento limitado. 

Na história eurocentrada da humanidade nos perguntamos se negros seriam seres humanos! Parece que o desconhecimento limitou nossa capacidade de compreendermos a definição de ser humano...

Pessoas com deficiências e síndromes foram descartados pela sociedade, vistos como "pessoas com defeito"

A projeção no outro de nossas formas de nos relacionarmos no mundo, talvez devido ao desconhecimento do outro, faz com que, embora muito amados pelo outro, não nos sintamos amados porque nossas expectativas de amor não são correspondidas...

Por outro lado, o conhecimento sem sentimento faz com que não nos conectemos com o humano. Objetificamos situações, lugares, coisas e pessoas!

Sem uma conexão empática com o outro, tudo o que importa é a fruição da própria vida. A existência torna-se fluida, as relações viram uma sucessão de curtos encontros pontuais. Analisando tudo friamente, sem sentimento e cheios de conhecimentos, perdemos a capacidade de sermos afetados pelo outro e nossas ações tornam-se mecânicas, generalistas e frias.  

Arrisco dizer que a falta de sentimento pode nos tornar normativos, preconceituosos e intolerantes. Quando temos conhecimento, analisamos com rapidez e Rispidez, decidimos com frieza. Os resultados tornam-se mais importantes que as pessoas e tendemos a seguir solitários pela vida.

Quando olhamos para estrelas, o conhecimento nos fala de corpos celestes gigantescos e brilhantes que fazem orbitar em torno de si diversos planetas com múltiplas possibilidades de vida. Mas o sentimento dispara nossas subjetividades e fazemos poesia que encanta de mitos e criatividade a cultura local em que estamos inseridos. Histórias fictícias nascem, constelações ganham nomes, crianças sonham e casais namoram sob as estrelas em uma noite de céu limpo.

Assim, penso que o sentimento também liberta enquanto o conhecimento também dá calor à vida. Cada um à sua maneira, empurrando a existência humana para além das fronteiras cognitivas da mente alimentada pelos conhecimentos e por sentimentos.

Talvez o conhecimento nos conecte à realidade externa de maneira objetiva, enquanto o sentimento nos conecta à realidade interna de maneira subjetiva. Um pode ser alimento para o outro enquanto agem com reciprocidade, desde que desejemos o valioso diálogo que permite a expansão de significados e propósitos humanos.

reflexão

Esta combinação é muito poderosa!

O sentimento sem conhecimento é expressão limitada que não favorece voos relacionais amplos. Nossas expressões sentimentais sem conhecimento, limitadas ao campo do conhecido, não considera o que é diverso.

Cidades vizinhas, outros países, culturas distintas... Todos inacessíveis diante do conhecimento limitado. 

Na história eurocentrada da humanidade nos perguntamos se negros seriam seres humanos! Parece que o desconhecimento limitou nossa capacidade de compreendermos a definição de ser humano...

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