307/2023 - Valor do presente

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Acordei Inspirado 307/2023 - Valor do presente
307/2023 - Valor do presente
dia do ano
307
Valor do presente
mensagem

Viva cada dia da sua vida valorizando, com energia para contagiar as pessoas ao seu redor:
em casa, no trabalho, nas reuniões sociais e mesmo entre os seus adversários.
+307-058
muita paz

reflexão

Valorizar nos leva à ideia de dar valor, o que me remete ao reconhecimento do valor, da importância de algo ou de alguma coisa. 

Entendi que talvez estejamos falando da valorização de cada dia da vida, valorização que devemos fazer de maneira a instigar as pessoas próximas de nós à valorização também.

Mas, como alma inquieta, fiquei me perguntando quais seriam os momentos em que não damos valor ao nosso dia. 

Me dei conta de que, muitas vezes, estamos presos nas alegrias, nos remorsos, nas culpas, nos traumas e nos medos que nasceram em momentos do passado.

Percebi também que este valor que reconhecemos no passado pode nos levar com muita força a ações de mitigação de riscos, de concretização de sonhos ou desejos. Lançados ao futuro, frequentemente vivemos ansiosos e apressados.

Quantas vezes não temos iniciado na segunda-feira a penosa contagem regressiva para o próximo final de semana enquanto celebramos os momentos vividos no último final de semana? 

Matamos cinco dias de aprisionamento em rotinas que não agradam para valorizar a experimentação de graus de liberdade maior no próximo final de semana; apenas para citar um exemplo que me parece extremamente comum.

Acredito, entretanto, que nem sempre valorizamos o passado e o futuro de maneira intensa, embora isso não signifique que valorizamos o presente. Talvez nosso tempo atual esteja repleto de negações, de insatisfações e de exaustões cujas causas ainda não conseguimos definir conscientemente.

Me parece que valorizar o dia que está sendo vivido é considerar o passado como importante influência e o futuro como momento de possíveis realizações que demandam esforços e persistência no presente.

Muitas vezes negamos o tempo vivido. Matamos o presente quando caminhamos em automatismos de pensamento, de emoções e de ações, quando congelamos diante de traumas e medos, quando vivemos lamentos eternos, congelados ao que poderia ter sido ou restringidos pelo medo daquilo que não queremos que aconteça.

Que importância damos ao único momento da vida em que podemos realizar alguma coisa, o tempo presente? Nossos futuros são a soma de ações nos tempos presentes, que podem ter sido realizadas a partir da inspiração de lembranças de tempos passados.

Sem conseguirmos controlar o futuro, mas tendo o presente como única oportunidade para caminharmos na direção de nossos sonhos e desejos, apesar de nossos traumas e medos, reconhecer a importância do dia atual, enquanto está acontecendo, pode ser estratégia sábia de quem constrói felicidade e superação.

Inspirar os que estão à nossa volta para a valorização do dia vivido talvez seja o caminho de transformações vigorosas em nossa sociedade.

reflexão

Valorizar nos leva à ideia de dar valor, o que me remete ao reconhecimento do valor, da importância de algo ou de alguma coisa. 

Entendi que talvez estejamos falando da valorização de cada dia da vida, valorização que devemos fazer de maneira a instigar as pessoas próximas de nós à valorização também.

Mas, como alma inquieta, fiquei me perguntando quais seriam os momentos em que não damos valor ao nosso dia. 

Me dei conta de que, muitas vezes, estamos presos nas alegrias, nos remorsos, nas culpas, nos traumas e nos medos que nasceram em momentos do passado.

Mais Reflexões

Como podemos transformar o medo e a resistência em coragem e ação para realizar nossos sonhos?
Você já se sentiu tomado por algo que desconhece e que precisa conhecer? Já perdeu a paz diante deste sentimento?
Você já observou quanto do outro carregamos em nossas maneiras de ser e de pensar? Será que só somos quem somos porque o outro é quem é na relação conosco?
Você se sente dependente da reciprocidade do amor que devota a alguém? Talvez este amor ainda carregue certa imaturidade que te aprisiona.
Você é autêntico ou vive em conflito? Depois de um tempo fingindo, nem nos reconhecemos direito, mas arrastamos dores e conflitos internos capazes de nos distruir.
Você se limita pelos lugares em que está? Já pensou que é possível ajustar o ambiente, contribuindo para a transformação dele, mas que também é possível mudar de ambiente?
E se toda a falta de felicidade que vivemos for causada pela resistência à mudança?
Será possível viver sem reagir de forma resolutiva para acessar resultados imediatos?